Resenha: Sociedades Secretas – Sérgio Pereira Couto

Sinopse: Conduzido pela misteriosa Oráculo, essa obra é uma investigação minuciosa que revela os rituais, cerimônias e regras de cada uma dessas Sociedades Secretas. Seu instigante enredo coloca o leitor dentro de sociedades como o Priorado de Sião, ordem que Leonardo da Vinci teria participado como grão-mestre e que foi abordada em O Código da Vinci, de Dan Brown. Revela também o que Jack, o Estripador, Rui Barbosa, Beethoven, Mozart e a Maçonaria têm em comum, discute o suposto casamento entre Jesus com Maria Madalena e revela a Sociedade Illuminati, abordada em detalhes no livro Anjos e Demônios, também escrito por Dan Brown. Suspense e revelações surpreendentes são os ingredientes desta obra que mistura ficção e realidade, revelando os mistérios dessas sociedades. A cada capítulo, os personagens se envolvem em situações cada vez mais perigosas, e o final surpreendente revela que eles podem ter ido longe demais.

Para quem se interessa por assuntos relacionados à sociedades secretas deseja conhecer um pouco melhor sobre esses grupos misteriosos, esse livro pode ser um bom começo. Sergio Pereira Couto é jornalista e escritor brasileiro, que dedica-se atualmente à carreira de escritor e realiza pesquisas sobre a história e os rituais das grandes sociedades secretas que tanto despertam curiosidades. Ela trás uma visão simples e direta sobre as sociedades que apresenta e procura se esquivar de polêmicas e grandes conspirações. 

A história começa com uma pesquisa simples entre dois amigos jornalistas em busca de conteúdo para lançar um livro de introdução à algumas sociedades ditas secretas, eles recebem ajuda de uma mulher denominada como Oráculo, que os coloca em contato com representantes de cada sociedade em funcionamento no Brasil, mas o mistério é que o Oráculo se recusa a aparecer e eles não sabem ao certo com quem estão lidando. A princípio ela parece ser apenas alguém tentando ajudar, mas o tempo faz trazendo sinais de alerta.

Começamos então a conhecer um pouco dos princípios de sociedades como a Maçonaria, Rosa Cruz, Illuminati, Priorado de Sião, Ordem dos Cavalheiros Templários, Demolay, Sociedade Teosófica, e até mesmo uma sociedade vampírica. Até metade do livro tudo parece bem tranquilo e realista, mas a verdadeira aventura começa, e o realismo ganha ares de ficção. Os dois amigos tornam-se rivais, e quando Sergio deseja afastar-se do assunto, ele acaba tenho que se unir a representantes de algumas sociedades em uma perigosa aventura pela Europa, na luta contra uma nova sociedade fanática que visa dominar o mundo. 

Sim, parece ridículo essa história de sociedades querendo dominar o mundo, mas na verdade isso é mais realista do que se pode imaginar. O livro não é uma apologia contra ou a favor de algum tipo de sociedade, é apenas uma forma de apresentar uma introdução dessas sociedades tão pouco compreendidas e muitas vezes vítimas de uma visão equivocada. Mas é claro que um livro sobre o assunto merece um toque de aventura, e a caça ao tesouro, bem ao estilo Dan Brown, trás a lição de que o errado não são as principais sociedades que existem, e sim o fanatismo dos que desejam obter um conhecimento que não estão preparados para receber.

Sim, parece ridículo essa história de sociedades querendo dominar o mundo, mas na verdade isso é mais realista do que se pode imaginar. O livro não é uma apologia contra ou a favor de algum tipo de sociedade, é apenas uma forma de apresentar uma introdução dessas sociedades tão pouco compreendidas e muitas vezes vítimas de uma visão equivocada. Mas é claro que um livro sobre o assunto merece um toque de aventura, e a caça ao tesouro, bem ao estilo Dan Brown, trás a lição de que o errado não são as principais sociedades que existem, e sim o fanatismo dos que desejam obter um conhecimento que não estão preparados para receber.

A leitura começa de forma interessante, mas despretensiosa e um pouco lenta,os personagens principais entrevistam pessoas importantes de cada uma das sociedades e sua apresentação é limpa e pouco tendenciosa. No meio do livro as coisas começam a ficar mais interessantes quando um dos jornalistas resolve entrar para a tal sociedade maléfica. As pessoas não são bem quem elas parecem ser, e quem parece ser do mal não é tão do mal assim. Algumas das sociedades apresentadas são bem interessantes e nos despertam a curiosidade de buscarmos mais sobre o assunto. 

O livro tem um toque bem ao estilo O Código da Vinci, de Dan Brown, porém menos empolgante, talvez por ser mais direto ao ponto, mas é uma aventura instigante e gostosa de ler. Já li esse livro duas vezes e a empolgação da segunda leitura foi a mesma da primeira vez. Aventura, mistério, violência, um romance morno, também no estilo dos romances de Dan Brown, e menções a sociedades fascinantes como a sociedade teosófica e sociedade vampírica. Uma leitura nacional com toque estrangeiro, que vale muito a pena. 

Resenha: Anjos e Demônios de Dan Brown

Sinopse: Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica. Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon – quem não o conhece? – ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.

Anjos e Demônios é o primeiro livro de Dan Brown e também inspirou um filme de mesmo nome, porém foi o segundo livro que eu li do autor, eu não o conhecia até ler O Código da Vinci e acredito que como eu, muitos leitores passaram a conhecer Dan Brown através de O Código da Vinci. Apesar de não ser tão popular quanto, O Código da Vinci, é tão bom quanto, se duvidar é até melhor. Acredito que O Código da Vinci ganhou mais fama por ser bem mais polêmico, e portanto muito mais falado tanto negativamente quanto positivamente. 

Anjos e Demônios aborda questões relacionadas a igreja católica, os Iluminatis, história da arte, perseguição e teorias da conspiração, dessa vez menos controversas. A história se passa em Roma, enquanto os cardeais se reúnem para a escolha do novo papa, um assassinato bizarro acontece, outros assassinatos surgem em sequência, todos com um ponto em comum: o uso de um símbolo ligado aos Iluminati, um antiga sociedade secreta, até então considerada extinta, com histórico de conflitos com a igreja. O professor Robert Langdon é chamado para desvendar os símbolos e ajudar a decifrar os crimes. 

A vítima do assassinato é um cientista que trabalha no Centro de Pesquisas Nucleares na Suíça e que trabalhava em um projeto perigoso e extremamente secreto, uma anti-matéria com alto poder destrutivo que acaba sendo roubada. O assassino entra em contato afirmando pertencer a ordem dos Iluminati e estar com a antimatéria, ele ameaça destruir O Vaticano e se vingar da igreja. Começa uma corrida contra o tempo, Langdon conta com a ajuda de Victoria Vetra, filha do homem do cientista assassinado. Juntos eles partem para Roma e começam uma série de pesquisas complexas sobre os Iluminati. 

Quatro cardeais dentre os favoritos para ser eleitos desaparecem; novamente o suposto assassino entra em contato ameaçando matar os cardeais em horários determinados, e locais específicos, e após, explodir a antimatéria, dizimando toda a cidade do Vaticano. Langdon precisa usar seus conhecimentos para decifrar os locais onde os cardeais devem ser assassinados, impedir os assassinatos e recuperar a antimatéria. Um caçada frenética entre igrejas históricas, criptas e catedrais, com o tempo corrido, Langdon e Victoria precisam descobrir contra quem estão lutando, além de evitar uma catástrofe. 

Uma leitura instigante, de tirar o fôlego, com muita aventura, reviravoltas e o drama da corrida contra o tempo para sobreviver. Não dá para deixar de prestar atenção e torcer pelo êxito do professor, nesse sentido, o livro acaba sendo melhor que o Código da Vinci, por ser mais frenético. Uma mistura de ciência e religião, história e misticismo, uma receita infalível e muito bem preparada pelo autor que sabe perfeitamente como misturar ficção com fatos reais. É mais um livro que dá vontade de ler do começo ao fim de uma só vez. 

Resenha: O Código da Vinci de Dan Brown

Sinopse: Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles viram suspeitos e em detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade.

Eu amo os livros de Dan Brown, esse foi o primeiro que eu li, já tinha assistido ao filme antes, estava procurando por esse livro até que a minha madrinha me deu de presente, foi amor à primeira leitura. Muita Investigação, teorias da conspiração, mistério, religiosidade e história da arte, todos os ingredientes necessários para fazer eu me apaixonar. A história roda em torno de Robert Langdon e Sophie Neveu que percorrem as ruas de Paris atrás de pistas escondidas nas obras de Leonardo da Vinci. 

O professor Robert Langdon, havia ido a Paris à convite de Jacques Saunière, que até então era curador do Museu do Louvre, porém Saunière é encontrado morto após um assassinato misterioso, é assim que a história começa, Langdon precisa descobrir o que Saunière tinha para lhe falar, quem o matou e por quais motivos. O assassino deixara uma pista: posicionara o corpo do homem em posição semelhante ao homem Vitruviano de Leonardo da Vinci. 

Robert Langdon é convidado pela polícia para usar seus conhecimentos em simbologia na investigação, no entanto a polícia acredita que ele possa ser o principal suspeito. Sophie Neveu é neta de Saunière e busca convencer o professor a investigarem juntos por conta própria. Ao longo das investigações, eles descobrem temas polêmicos que a igreja tenta esconder a sete chaves. 

No meio de toda a confusão, o Opus Dei, um grupo bastante polêmico e poderoso da igreja católica, tenta atrapalhar as investigações do professor e se apoderar de um objeto místico e valioso que teoricamente estava escondido com a família de Saunière por séculos: O Santo Graal. Langdon e Sophie começam a ter noção do perigo que estão correndo, e partem em uma corrida frenética por várias cidades da Europa, correndo contra o tempo, contra o Opus Dei e contra a polícia francesa. 

O livro aborda símbolos religiosos antigos, obras de arte históricas e suas significações, teorias da conspiração e sociedades secretas, principalmente o Priorado de Sião. A história vai de Paris a Londres em busca de um mistério escondido pela igreja católica. O livro é instigante, irreverente e bastante convincente. É uma leitura agradável, que nos tira o sono e dá vontade de ler cada vez mais. Adoro teorias da conspiração então sou suspeita pra falar dos livros de Dan Brown. Li esse livro há muito tempo atrás, reli outras vezes e não me canso nunca. 

O livro aborda símbolos religiosos antigos, obras de arte históricas e suas significações, teorias da conspiração e sociedades secretas, principalmente o Priorado de Sião. A história vai de Paris a Londres em busca de um mistério escondido pela igreja católica. O livro é instigante, irreverente e bastante convincente. É uma leitura agradável, que nos tira o sono e dá vontade de ler cada vez mais. Adoro teorias da conspiração então sou suspeita pra falar dos livros de Dan Brown. Li esse livro há muito tempo atrás, reli outras vezes e não me canso nunca. 

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