Resenha: A Promessa do Tigre de Colleen Houck

Sinopse: Medo. Esperança. Dúvidas. Antes da maldição, uma promessa. Mais de 300 anos antes de Kelsey Hayes surgir na vida de Ren e Kishan, uma jovem cruzou o caminho dos príncipes. Seu amor por um deles mudou o curso da história e o destino da família Rajaram. Criada longe dos olhos da corte, isolada do convívio no castelo, Yesubai luta para suportar os maus-tratos do pai e manter em segredo suas habilidades mágicas. Lokesh é um poderoso e cruel feiticeiro que foi capaz de assassinar a própria esposa porque ela lhe deu uma filha em vez de um filho. Ao completar 16 anos, Yesubai é surpreendida por um anúncio do rei. Procurando fortalecer suas relações diplomáticas, o nobre acredita que um casamento entre a filha de Lokesh, comandante de seu exército, e um pretendente de algum dos reinos vizinhos será uma boa estratégia para diminuir os conflitos na região. A jovem recebe a notícia com alegria. Pela primeira vez ela enxerga um fio de esperança, a perspectiva de escapar do controle do pai e de levar uma vida fora do confinamento de seus aposentos. Mas esses não são os planos do feiticeiro. Ele vê no iminente casamento de Yesubai uma oportunidade de conseguir ainda mais poder e não poupará esforços para atingir seus objetivos sombrios. A promessa do tigre, conta a origem da história dos príncipes Ren e Kishan e os acontecimentos que levaram às aventuras da aclamada série ´A maldição do tigre´.

A Promessa do Tigre é um livro paralelo à série A Maldição do Tigre que vem explicar a história de Yesubai, a menina que se envolveu na família de Dhiren e Kishan e como toda a história da maldição dos tigres começou. Yesubai era filha do feiticeiro Lokesh, seu nome é mencionado algumas vezes ao longo dos livros da série, mas sua personalidade até então, era retratada de forma superficial. Nesse livro a autora nos vem desvendar quem realmente foi Yesubai e o quão importante ela foi na história dos príncipes indianos.

Yesubai cresceu sem a sua mãe que havia sido morta pelo próprio Lokesh logo após o parto, trancafiada pelo terrível pai, a menina sofria agressões físicas constantes e vivia em uma espécie de cárcere domiciliar, sequer podia ter contato com o mundo externo. Sua única companhia e amiga era Isha, uma espécie de babá, serviçal, contratada para cuidar da menina desde seu nascimento. O maior sonho de Yesubai era se libertar de seu pai, viver fora de seu domínio violento. 

Filha de um feiticeiro poderoso, Yesubai herdara alguns poderes mágicos que procurava manter escondido de seu pai, a menina tinha o dom  curar a si mesma além de poder ficar invisível, o que a ajudava a escapar em algumas situações. Aos 16 anos Yesubai foi prometida em casamento a Dhiren, o príncipe herdeiro mais velho e o primeiro na linha de sucessão do rei. Yesubai sequer o conhecia, e ela não confiava muito nos homens, mas acreditava que o casamento pudesse ser uma forma de escapar das garras do pai. 

Yesubai era uma jovem muito bonita, de traços delicados e angelicais, longos cabelos negros e olhos penetrantes de cor violeta. Não havia sido difícil arrumar um casamento poderoso para ela, na verdade muitos homens buscavam cortejá-la, mas Lokesh era ambicioso e queria usar o casamento de sua filha para tirar proveito para si próprio. O casamento da menina com o príncipe herdeiro era uma forma de estreitar relações com o reino, ele tinha um plano secreto para se infiltrar no reino e tomar para si o amuleto mágico de Durga que dava poderes a quem o possuísse e até então estava em posse da família real. 

O que ninguém contava é que Yesubai iria se apaixonar por Kishan, o príncipe mais novo e estaria disposta a não mais seguir as ordens do pai. Kishan também se apaixona por Yesubai e decide lutar pelo seu amor. Dhiren, orgulhoso, não aceita perder a mulher que havia sido prometida a si. Cria-se um atrito entre os irmãos e já sabemos tudo o que acontece depois disso. Lokesh, enfurecido, destrói a felicidade de uma família e de sua própria filha que estava começando a conhecer a esperança e o amor. 

O livro é curto, pouco mais de 100 páginas, é uma história simples e objetiva, profundamente triste e vem apenas como um complemento para quem leu a série completa. É um livro que isolado não faz sentido. Fiquei triste por Yesubai e principalmente por Kishan que nunca consegue o que quer. Essa é uma história sobre amor, escolhas e sacrifícios, com um final triste. Queria muito um novo livro em que Kishan seguisse um caminho diferente, fizesse algo por si próprio e fosse mais feliz, ele sempre me pareceu mais merecedor que o Ren, embora ele também seja um ótimo personagem. 

Resenha: O Destino do Tigre de Colleen Houck

Sinopse: Kelsey, Ren e Kishan sobreviveram a três aventuras dramáticas e muitas provações. Mas, antes que possam partir na busca pelo último presente da deusa Durga, têm que enfrentar o feiticeiro Lokesh em seu próprio território. O vilão sequestrou Kelsey e já detém o poder de três amuletos. Ela precisa escapar de suas garras para quebrar a maldição do tigre, libertando seus amados príncipes. Esse, porém, é apenas o início da história em que escolhas difíceis e decisivas devem ser feitas por todos. O elemento principal agora é o fogo, e em meio a lava, demônios, animais fantásticos e zumbis, o trio enfrenta seu derradeiro desafio. O caminho é arriscado e cheio de reviravoltas potencialmente fatais. Só uma coisa é certa: ninguém pode fugir de seu destino. A saga dos tigres chega ao auge. Nunca antes Kelsey, Ren e Kishan sofreram tanto, estiveram tão unidos e precisaram lutar contra inimigos com tamanho poder. Emocionante do início ao fim, O destino do tigre explica todos os mistérios que unem os personagens e promete surpreender os leitores.

“Preparem-se para paixões abrasadoras, uma batalha épica e uma escolha definitiva. Os fãs vão ficar com os olhos marejados e o coração na boca!” – Kirkus Reviews

O livro começa com Kelsey aprisionada pelo maléfico Lokesh, o feiticeiro deseja Kelsey para dar continuidade a sua linhagem, não se trata apenas de uma vingança contra os príncipes indianos, a história vai muito além. Nesse livro fazemos uma viagem ao passado de Ren e Kishan, desvandamos os mistérios e conhecemos mais profundamente os dramas que cercam os irmãos. A história fica cada vez mais perigosa, falta apenas um pedaço do amuleto para que o trio possa de vez acabar com a maldição. 

Dessa vez eles terão que enfrentar o fogo e uma fênix ameaçadora em busca do último artefato mágico da Deusa Durga, a corda do fogo. Talvez esse seja o desafio mais difícil do trio, eles irão contar a ajuda de novos personagens importantes e poderosos, mas os desafios também são cada vez maiores. Eles precisam se unir ainda mais e lutarem uns pelos outros. Percebemos que o destino de cada um já está traçado, por mais que alguns queiram fugir disso, o passado explica presente e aponta o que deve acontecer no futuro, o que acaba tornando tudo meio previsível, mas nem por isso menos emocionante. 

A autora mais uma vez nos faz mergulhar profundamente em uma mitologia maravilhosa, cada detalhe é ricamente explorado, a gente consegue se sentir vivendo realmente aquilo tudo ao lado dos personagens. Emociante e impactante, não conseguimos tirar os olhos das páginas facilmente. Mesmo depois de encontrar a última parte do amuleto, eles ainda precisam passar por uma prova final que pode virar tudo do avesso. 

Durga se faz ainda mais presente nesse livro, afinal a profecia é dela, os tigres precisam cumprir a profecia se quiserem a liberdade. Chega a ser triste ver a Kelsey isolada no meio de tudo isso, em muitos momentos ela fica sobrando, achei a Durga extretamente egoísta, mas ela é uma Deusa e tem seus privilégios. Nesse momento da profecia também percebemos que o destino de Kelsey está realmente traçado ao de Dirhen, não dá para esperar que isso seja diferente. 

“Vocês encontraram as quatro oferendas de Durga.
– Também oferecemos sacrifícios em seu templo – disse Kishan.- Sim, mas neste caso os cinco sacrifícios mencionados não são de natureza material. Até agora vocês ofereceram quatro dos cinco sacrifícios. O primeiro foi quando Ren abriu mão de suas lembranças de Quel-si para salvar a vida dela.Ren apertou a minha mão enquanto eu prendia a respiração.
– O segundo foi quando o Sr. Kadam deu a vida para mandar Lokesh para o passado.
Agarrei-me ao braço de Kishan, as lágrimas brotando nos meus olhos.- O terceiro sacrifício foi quando Quel-si se entregou a Fênix como uma esposa sati. Seu corpo queimou para que os tigres ficassem em segurança. O quarto sacrifício aconteceu ontem, quando Kishan desistiu de parte da própria imortalidade para trazer de volta a vida do irmão.Minha boca de repente ficou seca.- Então o quinto sacrifício?- Deve ser oferecido antes que vocês possam retornar…. Durga precisa de um tigre….”

Kelsey me deixou profundamente irritada com toda essa indecisão entre Ren e Kishan e principalmente com a forma como ela tratava o tigre negro. Dirhen, também se mostrou meio egoísta, embora sempre respeite as decisões da mimada Kelsey. Kishan é sem dúvida o meu personagem favorito, o bad boy do começo da serie se mostrou um homem altruísta, ele se sacrifica pelo irmão, ele silencia seus desejos pela felicidade da Kelsey, kishan nos ensina o que é amar verdadeiramente e o que é ser um herói. Kelsey me deixou profundamente irritada com toda essa indecisão entre Ren e Kishan e principalmente com a forma como ela tratava o tigre negro. Dirhen, também se mostrou meio egoísta, embora sempre respeite as decisões da mimada Kelsey.

Única coisa que eu não gostei do livro foi o final de Kishan, ele teve que se tornar o tigre de ébano de Durga, embora parece algo louvável e de fato demonstra a coragem e honra de Kishan, fiquei com muita pena dele. Todos tiveram que fazer sacrifícios ao longo da série, todas as escolhas foram difíceis, todos foram heróis em algum momento. A série é criativa, emocionante e elétrica, fácil de envolver e difícil de esquecer.

Descobri recentemente que o livro tem uma continuidade, quando terminei de ler esse livro, a história se encerrava por aqui e tinha um livro paralelo contando acontecimentos passados antes dos príncipes serem amaldiçoados. Já li essa série duas vezes, a última foi recentemente e simplesmente não consigo enjoar. Parece que já temos um novo livro que apresenta uma reviravolta partindo de Kishan, ainda não comprei o livro, mas está na minha “bookwishlist” e pretendo comprar em breve.

Resenha: A Viagem do Tigre de Colleen Houck

Sinopse: Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores. Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos. Em A viagem do tigre, terceiro volume da série A maldição do tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada em direção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira. A épica saga dos tigres já foi lançada em 18 países e ocupou os primeiros lugares na lista dos mais vendidos do The New York Times.

Quando a gente pensa que o drama de Kelsey vai acabar, eis que a coisas se complicam e surgem situações ainda mais dramáticas. Kelsey e Kishan conseguem libertar Ren e quando a mocinha acha que finalmente será feliz ao lado do seu amado homem tigre, ela percebe que ele retornou totalmente desmemoriado, Ren não tem nenhuma lembrança de Kelsey, de tudo o que eles viveram juntos, é como se ela fosse uma desconhecida e o pior é que ele sequer consegue ficar perto dela sem sentir um dor de cabeça terrível. Kelsey, óbvio, fica com o coração partido.

O trio agora precisa partir em uma nova empreitada para concluir a quebra da maldição, enfrentando dragões para tentar encontrar o colar de pérolas negras da Deusa Durga. Kelsey, apesar de muito triste com toda essa situação, se mostra mais uma vez uma guerreira, ela pode até não ser forte fisicamente, mas demonstra uma força emocional gigantesca. A princípio ela se revolta com o comportamento de Ren, eu também me revoltei bastante com algumas atitudes dele, mas depois ela tenta recomeçar do zero, buscando estabelecer primeiro uma amizade com ele e ele parece começar a demonstrar algum afeto por ela, mas ainda não consegue ficar perto dela.

Todo esse cenário acaba de certa forma criando um clima perfeito e uma oportunidade única para o apaixonado Kishan que tenta ainda mais conquistar Kelsey, apesar de intenso e direto ao ponto, Kishan se mostra um homem paciente e deseja que Kelsey seja feliz, mesmo que não seja ao lado dele, mas ele não suporta ver o sofrimento de Kelsey por seu irmão e se aproveita em algumas situações. A cada livro eu gosto mais do Kishan, embora também goste do Ren, mas o Kishan é especial e no lugar de Kelsey eu não pensaria duas vezes sobre quem escolher.

As aventuras do trio atrás dos itens mágicos da Deusa Durga para completar o amuleto se tornam cada vez mais perigosas, eles correm risco de vida várias vezes. Kelsey se põe em uma verdadeira missão suicida, completamente imprevisível na qual ela parece ser sempre a coadjuvante, os protagonistas nos momentos de maior ação são sempre os irmãos príncipes. Apesar disso ela é resiliente e não tem medo de enfrentar os desafios, a também demonstra ser menos passiva e passa a tomar mais iniciativas. Kelsey sabe que já foi fundo demais nessa loucura toda e ela sabe que não tem mais como voltar atrás.

Acho incrível como Colleen Houck nos trás uma história rica em detalhes, descrevendo sentimentos, gostos, cheiros, sensações de forma bem consistente. Também gosto da profundidade que a autora consegue dar nas mitologias abordadas, sou fã de mitologias então sou suspeita para falar, mas a autora consegue explorar tudo isso de forma bastante convincente, ela realmente parece ter mergulhado na Índia para escrever esse romance. Não sei o que esperar do próximo livro, cada livro é uma surpresa.

Ė obvio que Ren vai recuperar suas memórias, não teria graça se ele não voltasse a ser quem é, e ele luta por Kelsey novamente, quando ela já havia desistido de Ren e investido em Kishan, não gostei desse comportamento dela, parece que ela está apenas usando o Kishan enquanto Ren está indisponível, agindo como um bacaca e desfilando com várias garotas diferentes bem na frente de Kelsey. É bem claro que Kelsey deve ficar com Ren, esse é o clichê, mas eu gostaria muito que fosse diferente. Embora eu goste muito do Kishan, também não acho que ele devesse ficar com a Kelsey, ele merece alguém que tenha ele como prioridade. 

Resenha: O Resgate do Tigre – Colleen Houck

Sinopse: Após abandonar seu grande amor na Índia, Kelsey Hayes volta para o Oregon e se esforça para juntar os pedaços de seu coração. Porém, por mais que tente levar uma vida normal ocupando seu tempo com a faculdade, novos amigos e pretendentes, seus pensamentos teimam em retornar para as selvas exuberantes, as cachoeiras cintilantes e os olhos azul cobalto de seu tigre. Enquanto sonha com o dia em que Ren atravessará o oceano atrás dela, Kelsey não imagina que é caçada pelo maior dos malfeitores, que está mais uma vez com sede de poder. Presa a um turbilhão de provações, ela é arrancada daquele que ama e lançada nos braços de outro. Forçada a partir imediatamente numa segunda busca, Kelsey encontra o paraíso no Tibete e vive seu pior pesadelo ao retornar para a Índia. Com grandes revelações e reviravoltas, O resgate do tigre dá continuidade à saga épica A maldição do tigre.

Kelsey Hayes havia embarcado em uma perigosa jornada para tentar ajudar Ren a se livrar da maldição que o prendia no corpo de um tigre. Ela não imaginava que essa aventura iria trazer consequências enormes na sua vida. Kelsey e Ren se apaixonam, porém eles são muito diferentes, de épocas e hábitos completamente distintos e a maldição não havia sido quebrada por completo. Ren ainda tinha que lidar com o maléfico Lokesh e os perigos pareciam longe de chegar ao fim. Após concluir a primeira parte da missão, Ren ganhou seis horas para viver como humano, tendo que passar o restante do tempo como tigre. 

Kelsey decide dar um tempo ao Ren, contra a vontade dele, e com medo de se apegar ainda mais e depois perdê-lo, ela resolve tentar recomeçar a sua vida. Ela volta para o Oregon e tenta sair com outros garotos, mas nada faz com que ela realmente esqueça Ren e ele também não está disposto a ficar longe dela. O homem tigre se muda temporariamente para perto de Kelsey, tenta se aproximar dela e acabam conseguindo por um tempo. Porém Lokesh também consegue se aproximar de Kelsey e se torna uma ameaça na vida dela. 

Lokesh foi o homem que amaldiçoou os irmãos príncipes e não parece disposto a esquecer sua vingança, o feiticeiro consegue caçá-la e depois de uma batalha frenética em que Kishan, o tigre negro aparece para tentar ajudar, Ren acaba sendo capiturado por Lokesh. Kelsey e Kishan fogem para Índia e tentam descobrir como salvar Ren do feiticeiro inescrupuloso. Kelsey sofre por Ren e sem perceber aos poucos, vai se aproximando cada vez mais de Kishan. 

Enquanto Ren é um homem equilibrado, centrado e com senso de responsabilidade aguçado, Kishan é um homem rebelde, impulsivo e intenso. Ela tenta se controlar e não cometer os mesmos erros do passado, mas ele sabe que se apaixonou por Kelsey e isso pode lhe trazer problemas. Kelsey tem pesadelos constantes com cenas de Ren sendo torturado, mas ela consegue ser forte e fazer o necessário, ela passa a treinar artes marciais com o Sr. Kadan e se mostra tão destemida quando o aventureiro Kishan.  

Aquela menina mimada e insegura do Oregon evoluiu bastante como pessoa, se mostrando uma forte guerreira, embora ela ainda não reconheça isso. Ren acaba tendo pouco espaço no livro, mas demonstra ser o mesmo cara respeitador e devotado a Kelsey. Kishan também evoluiu bastante mostrando que não é apenas um bad boy que gosta de implicar com o irmão, ele dá todo apoio a Kelsey, se mostra um amigo verdadeiro e demonstra realmente se importar com a felicidade dela. 

O livro é melancólico e intenso, uma leitura frenética que faz o coração bater mais forte e dá aquele friozinho na barriga. Tô começando a gostar mais do Kishan. Também passei a gostar mais da Kelsey. Esse é o tipo de livro que não tem uma conclusão consistente você precisa ler a série completa se quiser saber o que realmente vai acontecer, no fim fica algo no ar, você sabe que precisa ler o próximo e a história de prende dessa forma. O livro é repleto de aventuras, abordagens mitológicas muito bem construídas, envolvente e viciante e o final é surpreendente e nos deixa ainda mais curiosos. 

Resenha: A Maldição do Tigre – Colleen Houck

Sinopse: Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem. A maldição do tigre é o primeiro volume de uma saga fantástica e épica, que apresenta mitos hindus, lugares exóticos e personagens sedutores. Lançado originalmente como e-book, o livro de estreia de Colleen Houck ficou sete semanas no primeiro lugar da lista de mais vendidos da Amazon, entrando depois na do The New York Times.

Kelsey Hayes é uma jovem de 17 anos, solitária, com problemas de autoestima e sem muitas perspectivas de vida. Ela mota com uma família adotiva, após perder os pais em um acidente de carro. Ela não é o tipo de jovem rebelde, nem revolta, é uma menina triste que se sente deslocada e se acha descartável. A sua vida muda completamente de rumo quando ela arruma um emprego temporário no verão e passa a tomar conta de um misterioso tigre branco. 

A jovem é contratada para trabalhar em um circo no período de duas semanas, como cuidadora de animais, tendo de cuidar da limpeza e alimentação dos bichinhos, ela acaba se apegando ao imponente tigre branco, Dhiren, a atração principal do tigre. O tigre que parecia triste antes da chegada da jovem, também acaba se conectando a ela. Ambos estabelecem uma conexão forte e parecem se comunicar apenas com o olhar, de forma mágica. 

Quando o tigre é vendido para um homem misterioso que resolve levar Dhiren para uma reserva de tigres na Índia, país de origen de Dhiren, Kelsey aceita a missão de acompanha-los na viagem, já que Dhiren demonstra ser apegado a moça a lhe mostar obediência. Mas a viagem não será tão simples e não terminará como o esperado. Dhiren e Kelsey se perdem em uma floresta perigosa na Índia.

Kelsey descobre que seu tigre na verdade é um homem que fora amaldiçoado, mais precisamente, um príncipe indiano do antigo Império Mujulaain que foi traído e amaldiçoado a viver como um tigre há mais de 300 anos atrás, junto com seu irmão Kishan, um tigre negro que seguiu um caminho diferente. Para quebrar a maldição eles precisam cumprir uma profecia e encontrar as 4 partes do amuleto do tigre de Daemon que pertence à deusa Durga. 

Nessa empreitada pela quebra da maldição do tigre, eles enfrentam diversas criaturas mitológicas perigosas que atravessam os seus caminhos. Eles precisam encontrar as partes do amuleto e desvendar o que precisa ser feito para quebrar a maldição e quando conseguem desvendar descobrem que ela só pode ser quebrada parcialmente, Dhiren e Kishan terão que viver como uma espécie tigre-homem, alternado entre humano e tigre. 

É claro que Kelsey e Dirhen se apaixonam, é um típico livro de romance clichê para jovens. Uma jovem imatura e que se sente um lixo, mas na verdade é linda e só ela mesma não se enxerga, um homem lindo, rico, poderoso e amaldiçoado que se apaixona pela jovem imatura. Kishan quando reencontra seu irmão e conhece a Kelsey também acaba se apaixonando por ela e tenta conquistá-la. De repente a menina solitária se vê envolvida em um triângulo amoroso. Clichê demais!É claro que Kelsey e Dirhen se apaixonam, é um típico livro de romance clichê para jovens. Uma jovem imatura e que se sente um lixo, mas na verdade é linda e só ela mesma não se enxerga, um homem lindo, rico, poderoso e amaldiçoado que se apaixona pela jovem imatura. Kishan quando reencontra seu irmão e conhece a Kelsey também acaba se apaixonando por ela e tenta conquistá-la. De repente a menina solitária se vê envolvida em um triângulo amoroso. Clichê demais!

O que esse livro tem de clichê, tem de fantástico, estamos acostumados com romances sobre vampiros, alguns sobre lobisomens, mas são temos tigres e uma maravilhosa mitologia indiana. O que mais me pegou nesse livro nem foi o romance de Kelsey ou o drama dos tigres, mas a riqueza de detalhes a cerca da cultura indiana e sua mitologia, adorei a forma rica, detalhista e inteligente como a autora nos apresenta a Índia. Adoro a cultura indiana, e com certeza vou ler os outros livros da série só para absorver um pouco mais dessa ambiente mágico indiano. 

A história é um romance épico, o relacionamento entre eles se desenvolvem lentamente, Kelsey e Dhiren, além de pertencerem a culturas distintas são de épocas também muito distintas, eles são bem diferentes, mais possuem duas coisas em comum: a teimosia e o cuidado um com o outro, eles realmente se preocupam com o bem estar do outro e tentam se ajudar a todo instante.  Dhiren é um verdadeiro príncipe, educado, inteligente e treinado para comandar e enfrentar desafios. Keysey apesar de imatura e meio chata, é altruísta e compassiva. 

“Um romance delicado e uma aventura capaz de deixar o coração a mil por hora. Eu vibrei e roí as unhas. A maldição do tigre é mágico!” – Becca Fitzpatrick, autora da série Sussurro

Resenha: Inferno de Dan Brown

Sinopse: No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado em uma das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, Langdon luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o arrasta para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo o sombrio poema de Dante, Langdon mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.Dan Brown é um dos autores de livros de suspense mais populares da atualidade. Seus livros O símbolo perdido, O código Da Vinci, Anjos e demônios, Fortaleza digital e Ponto de impacto já venderam 160 milhões de exemplares no mundo.Dan é casado com a pintora e historiadora da arte Blythe, que colabora nas pesquisas de seus livros. Ele mora na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos.

Se você tivesse o poder de criar um vírus que destruísse a parte mais frágil da população, pessoas com pouca qualidade de vida e baixa expectativa você o faria? Uma espécie de seleção natural, onde só os mais fortes poderiam sobreviver.Parece absurdo, mas não muito. Ler o Inferno de Dan Brown, me fez pensar na possibilidade de alguns cientistas criarem determinados vírus propositalmente para atingir algumas camadas da nossa população mundial, pessoas pobres e doentes.

O Planeta não está sofrendo com habitantes demais? Habitantes fracos, que vivem na miséria e no caos, como ajudar um número tão grande de pessoas necessitadas? Acredito fielmente que muitas doenças podem ser criadas em laboratório por cientistas, até mesmo propositalmente. Dan Brown brinca com essa possibilidade de maneira inteligente e racional, trazendo reflexões profundas sobre a nossa sociedade, questões sobre a superpopulação e o que a ciência pode fazer com a humanidade. 

Nesta aventura, Robert Langdon não teve que enfrentar sociedades secretas e desvendar segredos religiosos. O Inferno é um misto de ficção científica, arte, e muitos mistérios envolvendo pessoas que não são tão confiáveis quanto parecem ser. Nosso pesquisador, acorda no meio da noite em um hospital, sem lembrar o que aconteceu e o que deve fazer em seguida, ele conta com a ajuda de Siena, uma médica a princípio confiável e junto à ela, percorrendo as ruas de Florença, Lagdon precisa desvendar os símbolos arquitetados por uma mente brilhante obcecada pelo fim do mundo e por uma das obras mais impactantes da literatura italiana, A Divina Comédia de Dante Alighieri.

No decorrer dos fatos, nosso pesquisador começa a perceber que sua corrida desta vez é para tentar impedir que um perigoso vírus se espalhe pelo mundo, ameaçando destruir uma grande parte da população. A tarefa torna-se cada vez mais complicada quando Lagdon percebe que não sabe em quem confiar, ninguém é realmente quem parece ser. A obra é tão impactante quanto O Código Da Vinci, que elevou a carreira de Dan Brown.

Trata-se de uma leitura frenética que não dá vontade de parar de ler, emocionante e intensa, que nos faz refletir bastante sobre o papel da ciência e a influência da comunidade científica no futuro da humanidade. Aqui não temos sociedades secretas, nem religiões envolvidas em polêmicas. É puramente ficção científica, história da arte e literatura. A obra de Dante Alighieri dá um toque super especial nessa história. Embora eu seja fã do Código da Vinci, ouso afirmar que esse se tornou o meu livro favorito do autor.

Resenha: O Símbolo Perdido de Dan Brown

Sinopse: Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

Dessa vez a aventura de Robert Langdon se passa fora da Europa, em Washington, Estados Unidos, o livro aborda questões relacionadas a maçonaria, Iluminati, ciência e tecnologias. Mais uma vez estamos diante de teorias da conspiração bizarras, sociedades secretas, investigação e símbolos sagrados, mais uma vez Robert Langdon coloca sua vida em risco. Parece só mais um do mesmo de Dan Brown, e de fato não é muito diferente do que eu já li do autor, a diferença aqui é que temos um apelo científico mais forte. 

O professor Robert Langdon cai em uma armadilha ao receber uma ligação de um velho amigo maçom, Peter Solomon, para dar uma palestra de última hora em Washington, porém ele não sabia que estava sendo enganado, seu amigo tinha sido sequestrado e Langdon teria que usar seus conhecimentos e informar o que o sequestrador queria se quisesse salvar a vida de Peter. O professor conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter, uma cientista que investiga os poderes da mente através da cinética noética.

O sequestrador, Mal’akh acredita que os mestres maçons que formam a maioria dos fundadores da cidade, buscam dominar a sociedade e esconderam vários tesouros simbólicos pelas ruas, em pontos específicos e um dos tesouros seria capaz de dar poderes especiais, sobrehumanos a quem os possuísse. Depois de fracassar em sua tentativa de penetrar nos mais altos graus da maçonaria e obter o conhecimento que supostamente lhe daria um poder supremo, Mal’akhk resolve adotar métodos violentos para conseguir o que quer, custe o que custar. 

O professor corre contra o tempo em busca de algo que o ajude a decifrar símbolos que o levem a desvendar a famosa pirâmide maçonica cuja uma lenda antiga afirma guardar segredos sobre mistérios antigos da humanidade e conferir poderes a quem a possuir. Não demorei muito para descobrir a verdadeira identidade de Mal’akhk, a história é um pouco mais densa que os livros anteriores. Ciência e espiritualidade se fundem perfeitamente, gostei bastante da abordagem da ciência noética. 

O professor corre contra o tempo em busca de algo que o ajude a decifrar símbolos que o levem a desvendar a famosa pirâmide maçonica cuja uma lenda antiga afirma guardar segredos sobre mistérios antigos da humanidade e conferir podereses a quem a possuir. Não demorei muito para descobrir a verdadeira identidade de Mal’akhk, a história é um pouco mais densa que os livros anteriores. Ciência e espiritualidade se fundem perfeitamente, gostei bastante da abordagem da ciência noética. 

Apesar de ser super criativo e ter uma ótima construção dos personagens, em determinado momento do livro comecei a achar a leitura um pouco maçante e enrolada. A história começa muito boa, mas do meio para o fim as coisas ficam um pouco forçadas, mas o final é muito bom, apesar de eu ter desvendado logo no começo a identidade do sequestrador. Quem gosta de ficção científica e maçonaria certamente vai gostar desse livro. Os livros anteriores prenderam mais a minha atenção. O livro é bom, bem detalhado, tudo é muito bem explicado, mas não é o meu favorito. 

Resenha: Anjos e Demônios de Dan Brown

Sinopse: Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica. Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon – quem não o conhece? – ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.

Anjos e Demônios é o primeiro livro de Dan Brown e também inspirou um filme de mesmo nome, porém foi o segundo livro que eu li do autor, eu não o conhecia até ler O Código da Vinci e acredito que como eu, muitos leitores passaram a conhecer Dan Brown através de O Código da Vinci. Apesar de não ser tão popular quanto, O Código da Vinci, é tão bom quanto, se duvidar é até melhor. Acredito que O Código da Vinci ganhou mais fama por ser bem mais polêmico, e portanto muito mais falado tanto negativamente quanto positivamente. 

Anjos e Demônios aborda questões relacionadas a igreja católica, os Iluminatis, história da arte, perseguição e teorias da conspiração, dessa vez menos controversas. A história se passa em Roma, enquanto os cardeais se reúnem para a escolha do novo papa, um assassinato bizarro acontece, outros assassinatos surgem em sequência, todos com um ponto em comum: o uso de um símbolo ligado aos Iluminati, um antiga sociedade secreta, até então considerada extinta, com histórico de conflitos com a igreja. O professor Robert Langdon é chamado para desvendar os símbolos e ajudar a decifrar os crimes. 

A vítima do assassinato é um cientista que trabalha no Centro de Pesquisas Nucleares na Suíça e que trabalhava em um projeto perigoso e extremamente secreto, uma anti-matéria com alto poder destrutivo que acaba sendo roubada. O assassino entra em contato afirmando pertencer a ordem dos Iluminati e estar com a antimatéria, ele ameaça destruir O Vaticano e se vingar da igreja. Começa uma corrida contra o tempo, Langdon conta com a ajuda de Victoria Vetra, filha do homem do cientista assassinado. Juntos eles partem para Roma e começam uma série de pesquisas complexas sobre os Iluminati. 

Quatro cardeais dentre os favoritos para ser eleitos desaparecem; novamente o suposto assassino entra em contato ameaçando matar os cardeais em horários determinados, e locais específicos, e após, explodir a antimatéria, dizimando toda a cidade do Vaticano. Langdon precisa usar seus conhecimentos para decifrar os locais onde os cardeais devem ser assassinados, impedir os assassinatos e recuperar a antimatéria. Um caçada frenética entre igrejas históricas, criptas e catedrais, com o tempo corrido, Langdon e Victoria precisam descobrir contra quem estão lutando, além de evitar uma catástrofe. 

Uma leitura instigante, de tirar o fôlego, com muita aventura, reviravoltas e o drama da corrida contra o tempo para sobreviver. Não dá para deixar de prestar atenção e torcer pelo êxito do professor, nesse sentido, o livro acaba sendo melhor que o Código da Vinci, por ser mais frenético. Uma mistura de ciência e religião, história e misticismo, uma receita infalível e muito bem preparada pelo autor que sabe perfeitamente como misturar ficção com fatos reais. É mais um livro que dá vontade de ler do começo ao fim de uma só vez. 

Resenha: O Código da Vinci de Dan Brown

Sinopse: Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles viram suspeitos e em detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade.

Eu amo os livros de Dan Brown, esse foi o primeiro que eu li, já tinha assistido ao filme antes, estava procurando por esse livro até que a minha madrinha me deu de presente, foi amor à primeira leitura. Muita Investigação, teorias da conspiração, mistério, religiosidade e história da arte, todos os ingredientes necessários para fazer eu me apaixonar. A história roda em torno de Robert Langdon e Sophie Neveu que percorrem as ruas de Paris atrás de pistas escondidas nas obras de Leonardo da Vinci. 

O professor Robert Langdon, havia ido a Paris à convite de Jacques Saunière, que até então era curador do Museu do Louvre, porém Saunière é encontrado morto após um assassinato misterioso, é assim que a história começa, Langdon precisa descobrir o que Saunière tinha para lhe falar, quem o matou e por quais motivos. O assassino deixara uma pista: posicionara o corpo do homem em posição semelhante ao homem Vitruviano de Leonardo da Vinci. 

Robert Langdon é convidado pela polícia para usar seus conhecimentos em simbologia na investigação, no entanto a polícia acredita que ele possa ser o principal suspeito. Sophie Neveu é neta de Saunière e busca convencer o professor a investigarem juntos por conta própria. Ao longo das investigações, eles descobrem temas polêmicos que a igreja tenta esconder a sete chaves. 

No meio de toda a confusão, o Opus Dei, um grupo bastante polêmico e poderoso da igreja católica, tenta atrapalhar as investigações do professor e se apoderar de um objeto místico e valioso que teoricamente estava escondido com a família de Saunière por séculos: O Santo Graal. Langdon e Sophie começam a ter noção do perigo que estão correndo, e partem em uma corrida frenética por várias cidades da Europa, correndo contra o tempo, contra o Opus Dei e contra a polícia francesa. 

O livro aborda símbolos religiosos antigos, obras de arte históricas e suas significações, teorias da conspiração e sociedades secretas, principalmente o Priorado de Sião. A história vai de Paris a Londres em busca de um mistério escondido pela igreja católica. O livro é instigante, irreverente e bastante convincente. É uma leitura agradável, que nos tira o sono e dá vontade de ler cada vez mais. Adoro teorias da conspiração então sou suspeita pra falar dos livros de Dan Brown. Li esse livro há muito tempo atrás, reli outras vezes e não me canso nunca. 

O livro aborda símbolos religiosos antigos, obras de arte históricas e suas significações, teorias da conspiração e sociedades secretas, principalmente o Priorado de Sião. A história vai de Paris a Londres em busca de um mistério escondido pela igreja católica. O livro é instigante, irreverente e bastante convincente. É uma leitura agradável, que nos tira o sono e dá vontade de ler cada vez mais. Adoro teorias da conspiração então sou suspeita pra falar dos livros de Dan Brown. Li esse livro há muito tempo atrás, reli outras vezes e não me canso nunca. 

Resenha: Filhos do Éden – Anjos da Morte de Eduardo Spohr

Sinopse: Desde eras longínquas, os malakins, anjos estudiosos e sábios, observaram em silêncio o avanço da humanidade. Eis que chega o século XX e com ele o avanço das armas modernas e a poluição das indústrias, afastando os seres mortais da natureza divina , alargando as fronteiras entre o mundo dos humanos e as sete camadas celestes. Isolados no paraíso e incapazes de enxergar o que se passa na terra, os malakins solicitam a ajuda dos exilados, celestiais pacíficos que anos atrás atuavam na terra convivendo com os seres humanos. Esses exilados são reenviados à terra com a função de participar  das guerras que estão por vir e anotar todas as façanhas militares, os movimentos das tropas e repassar as informações aos seus superiores alados. Sob o disfarce de alados comuns, esse grupo esteve presente nas principais guerras da história, participando das lutas ao lado dos humanos, embora muitos não desejassem matar, foi isso que lhes foi ordenado e foi justamente isso o que acabaram fazendo, daí nasceram os anjos da morte. Filhos do Éden: Anjos da Morte é uma obra épica, com personagens incríveis e detalhes cheios de misticismo que ultrapassam a fronteira do tempo, acima de tudo é um relato histórico sobre as guerras que transformaram a humanidade, uma crítica a corrupção dos governos, aos massacres e a violência selvagem dos humanos.

Anjos da Morte é o segundo livro da série Filhos do Éden de Eduardo Spohr, o autor do best-seller A Batalha do Apocalipse. No primeiro livro Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida, conhecemos Kaira uma ishin com o poder de controlar o fogo, que perdida no Rio de Janeiro tem suas memórias roubadas e conta com a ajuda de vários celestiais enviados à terra justamente para ajuda-la a concluir sua missão, mas quem se torna o personagem principal na recuperação de Kaira é Denyel, um querubim problemático, cheio de mistérios, de caráter duvidoso, mas que acaba se sacrificando em nome de Kaira e seus amigos. 

Anjos da Morte começa com Kaira se reunindo com os seus amigos para uma missão secreta, encontrar Denyel, sem saber se o querubim está vivo ou morto, a ishin de fogo vai contra as regras de seu líder, o arcanjo Gabriel e parte em uma missão perigosa atrás de Denyel. Diferentemente do primeiro livro da série, a história se passa em dois tempo diferentes, no tempo presente com Kaira e seus amigos na busca por Denyel, e no passado contando as perigosas aventuras de Denyel como um anjo da morte.

O personagem principal desse livro é o misterioso querubim que tanto despertou curiosidade no livro anterior. Denyel foi um anjo da morte, enviado à terra para participar das principais guerras da história da humanidade, e que após o fim da segunda grande guerra, tornou-se um anjo mercenário usado como instrumento pelos malakins para caçar outros celestiais que viviam na Haled, Denyel tornou-se uma máquina de matar, mesmo que a princípio fosse contra a violência, ele não sabia como se rebelar contra as ordens dos malakins e sofreu as consequências dos prejuízos que causou.

A história de Denyel no passado, a violência que ele presenciou nos faz entender os motivos que o levaram ao exílio total, a sua vivência na terra fez com que ele se torne um ser humano por completo, cheio de sentimentos, contradições, vícios carnais e muitos pecados. Condenado a eternidade como todo celestial e sem poder voltar a céu sob o risco de punição por causa das suas atitudes, Denyel observou as várias eras da humanidade, as mudanças no cenário terrestre e se auto condenou a viver para sempre recluso, amargurado por todas as vidas que tirou e afogando suas mágoas no álcool.

Para entender a história de Anjos da Morte é preciso ler primeiro Herdeiros de Atlântida, um é o complemento do outro. Anjos da Morte é uma história incrível, mais empolgante do que o livro anterior, com mais ação, mistério e aventura, as peças se encaixam melhor, conseguimos entender com mais clareza a origem e personalidade dos personagens. Depois desse livro estou ansiosa para ler o terceiro livro, Filhos do Éden: Paraíso Perdido. Meu livro favorito do autor continua sendo A Batalha do Apocalipse, e só tenho uma coisa a dizer: Eduardo Spohr é o melhor escritor brasileiro desta geração. 

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